Nesta obra, o retrato de Sigmund Freud, pai da psicanálise, é uma reflexão sobre a construção psicológica do próprio indivíduo. O gesto do dedo apontado para a cabeça representa a ideia de que o ser humano é construído pelos próprios pensamentos, memórias, desejos e conteúdos conscientes e subconscientes. A tinta dourada no dedo faz parecer que seu nome, ao fundo, foi escrito pelo próprio personagem, sugerindo que você constrói a si mesmo a partir daquilo que carrega internamente.
A palavra emerge gradualmente do escuro para a luz, criando uma metáfora visual para um dos conceitos da psicanálise: trazer o inconsciente para o consciente. O fundo escuro representa os conflitos ocultos da mente humana, enquanto a luz indica o processo de autoconhecimento.
Executada em tinta acrílica com abordagem realista, a obra relaciona teorias de Freud aos conflitos psicológicos contemporâneos, propondo uma reflexão sobre a dificuldade do ser humano em compreender a própria mente.
FREUD
Acrílica sobre tela
100x100cm




